segunda-feira, 28 de abril de 2014

COMO EXERCITAR O DESAPEGO

O sofrimento cessa quando o apego pelo desejo cessa“.

Siddharta Gautama, o Buda

 Para iniciarmos esse assunto é preciso definir o que é APEGO E DESAPEGO.
APEGO - Estar vinculado a algo, a alguém, a um sentimento, etc. Quer dizer estarmos presos ou fixados a algo que achamos necessário ou primordial para nós. É a necessidade de preservar coisas, sentimentos pessoas, etc. No Apego há sempre um sentimento de posse e poder.
DESAPEGO - Libertar-se do que não é necessário para nós.  É deixar de lado hábitos, atitudes, crenças, sentimentos, coisas, pessoas, que não são, primordialmente, necessários para nós. Deixar de lado nossa necessidade de possuir a qualquer custo, alguém ou algo.
Mas o que faz com que sejamos apegados? O medo de perder, medo de não conseguir algo, medo de nos sentirmos fora dos padrões, inseguranças. etc. Portanto, medo e inseguranças são as molas propulsoras que fazem com que nos apeguemos. E o mais importante: esses medos e inseguranças não são racionais e palpáveis e diferem de uma pessoa para outra.
Então o que fazer? Será que é fácil desapegar? Conseguimos acionar algum botão em nosso cérebro ou coração e, pronto. Livramo-nos dos medos, inseguranças etc.? Não existem fórmulas e nem receitas, mas podemos praticar algumas ações que gradativamente nos ajudarão a nos desapegar.
A frase acima ilustra bem o que estamos falando. Temos desejos, que nem sempre refletem o que precisamos e ficamos reféns desses desejos, causando apegos.
Então vamos às ações:
1-    Antes de tudo precisamos analisar bem o que é verdadeiramente importante para nós, para sermos felizes. Será que preciso ter o carro último tipo, ou namorar o(a) mais bonito(a) da escola, trabalho, etc, por exemplo? Preciso ter a roupa ou sapato que está na moda? Preciso ter poder e ser quem manda no trabalho ou no lar, para ser feliz?
2-    Conhecer verdadeiramente nossas potencialidades e dificuldades, para não exigir de nós mesmos o que não possamos oferecer. Isto não quer dizer que não podemos aprender novas habilidades ou aperfeiçoar e melhorar nossas dificuldades. Isto é desenvolver nossa autoestima.
3-    Aceitar que todos temos dificuldades e potenciais. Respeitar a nós mesmos e as diferenças.
4-    Deixar de se preocupar demais com o que não é importante. Acreditar que as coisas têm seus propósitos e seu ritmo. Nesse sentido é importante desenvolver a fé em si mesmo e nas coisas em geral.
5-    Não levar a vida tão a sério, isto é, releve algumas coisas que  o desagrada.
6-    Livre-se da culpa. Perdoe a si mesmo e aos outros.
7-    Estabeleça limites nas relações pessoais. Saiba até onde aceitar o que te fazem. E, por outro lado, também, saiba respeitar os limites dos outros.
8-    Saiba que nem tudo que queremos é o melhor para nós.
Tudo isso que acabamos de falar não é fácil de conseguir, exige muita perseverança e força de vontade.
Mas, se não consegue realizar, tão facilmente, boa parte dessas ações, tente algo mais concreto:
1-    Arrume seu guarda-roupa, gavetas, mesa de trabalho, etc. Desfaça-se de tudo que não usa mais. Doe o que estiver bom e recicle o que não dá para doar. Só essa ação já ajuda muito a livrar espaço, tanto físico como mental e emocional.
2-    Não gere arrependimentos:
.Por não deixar de fazer coisas para si para fazer algo que pensa que outro possa estar querendo. Nem sempre o que pensamos ser bom para o outro o é, verdadeiramente.

.Faça o que gosta. Mesmo que trabalhe em algo que não goste tanto, procure ter um “hobby”.

.Expresse seu amor e afeto, sem vergonha do que sente.

. Desfrute do contato com amigos e pessoas por quem tem afeto.
3-    Sorria o máximo que puder.

4-     Leia, viaje de fato ou em sua imaginação.

5-    Cultive sonhos.

6-    Substitua pensamentos negativos por positivos.

7-    Faça algum trabalho voluntário. A satisfação que esse trabalho proporciona é inigualável.

Veja um estudo que foi feito por uma especialista do Hospital A. Einstein sobre “Os cinco maiores arrependimentos antes de morrer”. Acesse o link: menteseficientes.jux.com.  É bem interessante.

Enfim, precisamos nos esforçar para nos desenvolver Pessoal e Espiritualmente. Precisarmos ser disciplinados para livrar-nos do desejo imediato em favor de um ganho posterior “Disciplina é liberdade” já cantava Renato Russo, porque só podemos ser livres, sendo capazes de discernir e escolher, sermos donos de nós mesmos. 
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LilianBendilatti


Agradecemos nossa amiga do face Lívia Sena por ter-nos indicado dois bogs para consulta sobre esse tema.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A SINDROME DO PENSAMENTO ACELERADO. DICA DE RELAXAMENTO DA BIOENERGÉTICA.

Seguindo a linha de Desenvolvimento e Crescimento pessoal que nosso blog se engaja, hoje falaremos sobre a importância de detectarmos em nós, nos grupos de trabalho, na família, etc. uma doença que vem contaminando grande parte das sociedades em geral. A Síndrome do Pensamento Acelerado, descrita por Augusto Cury como um dos transtornos de Ansiedade mais frequentes em nossa sociedade.
Vivemos em um mundo onde somos bombardeados por estímulos, tanto visuais, auditivos, de informação, preocupações com a vida e com a sociedade, ânsia por termos mais bens materiais e financeiros, enfim pressões de toda parte para sermos mais rápidos, melhores, nos destacarmos, etc. que entramos em um circulo vicioso de pensamentos e emoções. Atualmente já as crianças e jovens, desde cedo, têm tido muita pressão da sociedade e dos pais para passarem no vestibular, serem famosos e ricos, escolherem profissões que dêem retorno financeiro, serem competitivos, multi capacitados etc.
Então todos os esforços são no sentido de possuir coisas, em vez de buscar o desenvolvimento e ser melhor nos vários aspectos de ser humano.
Augusto Cury elenca alguns sintomas dessa Síndrome, que são:
Irritabilidade, insatisfação existencial, dificuldade de concentração, déficit de memória, fadiga excessiva, sono alterado, dificuldade de extrair prazer nos estímulos da rotina diária, sentimento de insuficiência e impotência, não tolerar pessoas que não acompanham nosso ritmo, dores de cabeça ou musculares, acordar cansado, etc.
Segundo o autor esses sintomas são gerados por pensarmos excessivamente e não conseguir nos desvencilhar desses pensamentos e, por conseguinte, das emoções que são geradas por eles. Tudo isso causa uma inquietação que tende a gerar desequilíbrios emocionais e orgânicos.
Mas o que fazer, então, diante dessa constatação?
O autor sugere que precisamos mudar nosso estilo de vida e para isso é preciso treinar e gerenciar as emoções.
Nós acreditamos que para desacelerar o pensamento é preciso que tenhamos momentos para parar, relaxar, momentos para curtir nosso descanso e férias, se permitir fazer o que gostamos, ter um “hobby”, cuidar de nosso desenvolvimento emocional e espiritual, etc. Para isso que percebamos que precisamos mudar.
Mas isso é fácil para alguém que está totalmente envolvido nesse ritmo alucinante que vivemos? Muitas vezes nem percebemos o que está acontecendo conosco ou com nossos parceiros, familiares, nosso grupo de trabalho, etc. e continuamos assim sem nos dar conta.
Para reconhecermos que algo não está bem, precisamos conhecer sobre o que está acontecendo conosco, procurar ajuda, estarmos dispostos a mudar.
Uma possibilidade é conhecer mais sobre essa síndrome. Ver o link que descreve sobre o livro do autor http://www.youtube.com/watch?v=P7N9eztab6s
Mas como acreditamos que não adianta só saber na teoria e que é preciso agir para melhorar. Abaixo vai uma dica de um relaxamento ativo que a bioenergética nos oferece. Esse relaxamento é um pouco diferente do que estamos usualmente acostumados, pois como precisamos agir até fisicamente, durante o exercício, facilita o relaxamento ajudando a desacelerar nosso pensamento e mudar o foco.
Então vamos lá, ao relaxamento. Quando o fizer procure colocar uma música tranquila o com compassos marcados. Ajuda muito!

Na Posição Sentado:
-Sentado em uma cadeira, encostado no encosto da cadeira, de sapatos ou não, olhos fechados. Sinta o corpo na cadeira.

Braços:
-Levante o braço direito e feche os punhos, fazendo uma grande tensão no braço. Observe a tensão. Descontraia deixando o braço cair sobre as pernas de uma só vez.
-Levante o braço esquerdo e feche os punhos, fazendo uma grande tensão no braço. Observe a tensão. Descontraia deixando o braço cair sobre as pernas de uma só vez.
-Levante os dois braços de uma vez, fechando os punhos. Observe a tensão. Descontraia deixando os braços caírem sobre as pernas de uma só vez.

Pernas:
- Dobre o pé direito para cima esticando a perna. Observe a tensão. Descontraia, soltando a perna ao chão de uma só vez.
- Dobre o pé esquerdo para cima esticando a perna. Observe a tensão. Descontraia, soltando a perna ao chão de uma só vez.
-Dobre ambos os pés esticando as pernas. Observe a tensão. Descontraia, soltando as pernas ao chão de uma só vez.
-Estique o pé direito fazendo força para baixo, esticando a perna. Observe a tensão. Descontraia, soltando a perna ao chão de uma só vez.
-Estique o pé esquerdo fazendo força para baixo, esticando a perna. Observe a tensão. Descontraia, soltando a perna ao chão de uma só vez.
-Estique ambos os pés esticando as pernas. Observe a tensão. Descontraia, soltando as pernas ao chão de uma só vez.

Respiração:
- Sinta sua respiração normal.
-Agora inspire projetando o abdômen para fora, lotando de ar. Segure por 2 segundos. Solte o ar pelo nariz, usando o dobro do tempo da inspiração, contraindo o abdome.
(Repita esse processo por 3 vezes).

Costas e Pescoço:
- Sente o mais ereto que puder na cadeira. Observe se há enrijecimento ao longo dos dois lados da coluna vertebral. Relaxe aonde percebe enrijecimento. Busque a melhor posição para se sentir relaxado.
-Observe o músculo do pescoço. Perceba a tensão. Incline a cabeça para a direita, aguarde um pouco e perceba o relaxamento. Agora a incline para a esquerda, aguarde um pouco e perceba o relaxamento. Agora incline a cabeça para frente perceba o relaxamento. Volte para a posição normal. Sinta que as tensões se dissiparam.

Revisão do Relaxamento:
- Perceba seus pernas, braços, costas, mãos, pés, pescoço, veja se há ainda alguma tensão. Procure relaxar mais e mais. Perceba sua respiração, está calma? Tranquila? Relaxe cada ponto de seu corpo.

Olhos e Testa:
-De olhos fechados, enrugue a testa, levantando com força as sobrancelhas. Observe a tensão. Agora descontraia, lentamente.
-Continue de olhos fechados e agora franza o cenho, como se tivesse fazendo um olhar feio. Observe a tensão. Solte lentamente.
-Ainda de olhos fechados, mova seus olhos para a direita. Experimente a tensão. Volte à posição normal, lentamente.
-Agora ainda de olhos fechados, mova seus olhos para a esquerda. Experimente a tensão. Volte à posição normal, lentamente.
Ainda de olhos fechados, permita que seus olhos vagueiem um pouco em cada direção. Sinta se há ainda alguma tensão nos olhos e procure relaxa-las.

Músculos da Fala:
-Com os olhos fechados, conte até dez em voz alta. Observe a atividade da língua. Observe a mandíbula. Perceba o movimento da caixa torácica. Relaxe esses músculos.
-Agora, conte até 10 sussurrando. Observe como a língua se movimenta. Como a mandíbula e caixa torácica se contraem. Solte todos os músculos.

Agora que está totalmente relaxado diga uma coisa que deseja para si em voz alta.

Guarde esse desejo, mas não fique pensando nele. Deixe-o se libertar.
 
Aguarde mais algum tempo no relaxamento e quando estiver pronto vá mexendo lentamente as maõs, os pés a cabeça, etc. E quando estiver pronto volte a seus afazeres.

 
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Lilian Bendilatti

segunda-feira, 7 de abril de 2014

DINÂMICA PARA TRABALHAR COMUNICAÇÃO VERBAL E NÃO VERBAL, SABER OUVIR E ESTRATÉGIAS PARA MELHORAR A COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL.

DESENHO DA GALINHA
OBJETIVO:
1-Treinar e reconhecer a importância de saber ouvir.
2-Perceber a importância da comunicação bilateral.
3-Aprimorar a capacidade de comunicação verbal e não verbal.
4-Buscar estratégias para melhorar a comunicação interpessoal e em consequência os relacionamentos em geral.
PARTICIPANTES: até 15 pessoas
TEMPO: 1h e 30’
MATERIAL: Papel sulfite, lápis, desenho da galinha (como abaixo), texto com as informações para a elaboração do desenho da galinha (como abaixo).
DESCRIÇÃO: O facilitador explica ao grupo que irão fazer uma atividade para exercitar a capacidade de comunicação interpessoal.
DESENVOLVIMENTO:
1-O facilitador entrega para cada participante uma folha de sulfite e um lápis e diz que irão executar um desenho de acordo com as instruções que serão dadas para a execução. Nota: NÃO FALAR QUE O DESENHO É DE UMA GALINHA, SÓ FALAR QUE FARÃO UM DESENHO.
Salientar que devem ser obedecidas algumas regras:
. Não serão permitidas perguntas.
. Cada participante deve fazer o seu desenho e não pode olhar o desenho do colega do lado.
. As instruções não podem ser anotadas. Portanto, devem ser executadas à medida que forem sendo passadas.
. Não desistam, todos devem participar!!!
2-Inicia, então, lendo pausadamente, cada instrução para o desenho, conforme o texto, abaixo. Nota: O facilitador pode ler mais que uma vez a instrução, mas não pode responder perguntas, nem dar explicações.

TEXTO DE INSTRUÇÃO PARA EXECUÇÃO DO DESENHO.
1-Faça uma elipse com cerca de 6cm no diâmetro maior.
2-A partir da parte inferior da elipse, faça duas retas paralelas verticais com cerca de 3cm de comprimento, afastadas 1 cm uma da outra.
3-A partir da parte superior esquerda da elipse faça duas retas paralelas e inclinadas com cerca de 2cm de comprimento cada, afastadas 0,5cm, uma da outra.
4-A partir do centro da elipse, faça 3 retas divergentes abrindo para a direita com cerca de 1,5cm de comprimento cada.
5-Na extremidade esquerda das duas paralelas menores, faça uma elipse com cerca de 2cm de diâmetro no eixo maior e este perpendicular às paralelas.
6-A partir da extremidade direita da elipse maior, faça 3 retas divergentes, abrindo para a direita, com cerca de 1 cm de comprimento cada.
7-Na extremidade inferior de cada uma das paralelas maiores, faça 3 retas divergentes abrindo para a esquerda, com 0,5cm de comprimento cada.
8-Faça um pequeno círculo no centro da elipse menor.
9-Faça um triângulo isósceles, com cerca de 0,5cm de lado, com a base encostada na parte esquerda da elipse menor.

3- Quando todos tiveram terminado, o facilitador pede que mostrem seus desenhos, uns para os outros.
Perguntar:
-E aí o que era para ser desenhado?
- Por que todos receberam a mesma informação e saíram desenhos tão diferentes?
- Conseguiram acompanhar as instruções até o fim? Ou desistiram?
- Quais fatores contribuíram para que não se conseguisse executar a tarefa a contento?
- O que se poderia fazer para amenizar as dificuldades? Levantar com o grupo que foi muito difícil, pois eles não puderam tirar suas dúvidas, perguntar se não entenderam, etc. E até muitos poderiam não conhecer as palavras e termos utilizados.
4- Propor então, uma nova tentativa. Dizer que dessa vez podem perguntar e pedir esclarecimentos quando acharem necessário.
5- Iniciar lendo o texto, novamente, só que agora parando para responder as perguntas e dúvidas, podendo até o facilitador desenhar algumas partes como: uma elipse, ou um triangulo isósceles, por expl.
6- Ao final da execução, pedir novamente para que cada um mostre seu desenho ao grupo.
DISCUSSÃO: Terminada essa etapa, pedir para que o grupo se disponha em círculo e perguntar?
1- Como se sentiram durante a atividade?
2- Conseguiram realizar a tarefa na primeira etapa? E na segunda, ficou mais fácil?
3- Que sentimentos tiveram quando não conseguiram realizar a tarefa da primeira vez? Sentiram-se frustrados, desmotivados? Quiseram desistir?
4- Quais foram as diferenças entre a primeira e a segunda etapas? Sentiram-se mais envolvidos, interessados e motivados? Houve vantagem no fato de poder perguntar? E quando foram desenhadas algumas partes, ficou mais fácil?
5-O que é importante levarmos em consideração para termos uma boa comunicação interpessoal?
Levar o grupo a perceber que:
Para termos uma comunicação eficaz temos que levar em conta:
A necessidade de ser claro, objetivo, usar uma linguagem própria para quem está ouvindo, colocar-se disponível para responder perguntas, dúvidas, ouvir e perceber a pessoa com quem está dialogando.
Trocar informações e ideias, não apenas falar e deixar de ouvir o que o outro tem para falar. Estar disposto a usar as várias formas de comunicação para expor sua mensagem, como: gestos, desenhos, exemplos, explicações. Respeitar o outro e suas possíveis deficiências. Ser empático. Reconhecer suas próprias limitações enquanto comunicador e buscar alternativas para minimizá-las.
Saber e reconhecer que as pessoas são diferentes, com cultura, grau de instrução, experiências, etc, diferentes e que podem fazer interpretações diversas sobre a mensagem que se está querendo transmitir.
CONCLUSÃO;
Enfatizar que muitas vezes os relacionamentos tendem a sofrer com brigas, desavenças, discórdias, devido a falhas na maneira como nos comunicamos, não prestarmos atenção, ou não tomamos os devidos cuidados quando comunicamos nossas ideias, pontos de vista, projetos, etc. Precisamos estar em sintonia com nosso interlocutor estar abertos para suas reais necessidades e compreendermos suas dificuldades. Assim, poderemos ter adesão e também sermos compreendidos. A comunicação eficaz se estabelece em duas vias e através do respeito mútuo.
LilianBendilatti
  
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